sábado, 20 de dezembro de 2008
"Somente os românticos encontram a paixão no futebol, pois sabem que o amor é promessa de uma felicidade que nunca se tem como garantia, tão mais forte porque é sempre promessa, ainda que a vida diga o contrário. E dentre esses românticos, o Atleticano ocupa um posto especial, pois ama sempre, na derrota e na vitória, no jogo mais humilde da segunda divisão e na conquista dos títulos mais destacados. Não escolhi o Galo para torcer só quando ganha, escolhi o Galo para viver as emoções de um clube gigante que mesmo que faça eu sofrer, me dê orgulho de bater no peito e gritar: Sou Galo! Meu coração não bate pelo Galo, pois já não tenho coração há muito tempo.. o que eu tenho agora no meu peito esquerdo é um escudo com 100 anos de Tradição que sofre junto comigo e comemora vitórias comigo."
"Um hino de quem sabe que é eterno, forte, vingador. Campeão dos campeões!!! Ai de quem nascido assim não acreditar nessas cores. Ai de quem nascido assim não aprender a transformar a esperança em certeza. No templo de tantas orações, sacrifícios, triunfos e amores lá está a massa, sempre ao lado de quem faz o espetáculo, de quem veste apenas por momentos de uma longa história essa camisa de tantas glórias!!!"
"Antes de ser qualquer coisa, o ATLETICANO já é, nasce assim, cresce assim, vive assim!
Antes de saber das cores, o ATLETICANO já é contraste, já enxerga no mais exuberante PRETO E BRANCO!
Antes de falar, o ATLETICANO já canta e é encantado pelo grito da MASSA, o amor incondicional não conhece o tempo, não conhece a dúvida, não conhece sequer a possibilidade de ter sido outra coisa!
Corre quando o time corre, vibra quando o time vibra, chora quando o time chora, mas caminha sempre e dá o recado em alta voz.
Em cada passo seu ESTAREI AO LADO, de cada conquista sua, farei nossa, DIVIDIREI COM VOCÊ CADA DOR, CADA LÁGRIMA, CADA SORRISO, CADA GOL, e se lhe faltassem pernas, te levaria nos braços!
Antes de tudo, o ATLETICANO está lá, pro que der e vier!"
Antes de saber das cores, o ATLETICANO já é contraste, já enxerga no mais exuberante PRETO E BRANCO!
Antes de falar, o ATLETICANO já canta e é encantado pelo grito da MASSA, o amor incondicional não conhece o tempo, não conhece a dúvida, não conhece sequer a possibilidade de ter sido outra coisa!
Corre quando o time corre, vibra quando o time vibra, chora quando o time chora, mas caminha sempre e dá o recado em alta voz.
Em cada passo seu ESTAREI AO LADO, de cada conquista sua, farei nossa, DIVIDIREI COM VOCÊ CADA DOR, CADA LÁGRIMA, CADA SORRISO, CADA GOL, e se lhe faltassem pernas, te levaria nos braços!
Antes de tudo, o ATLETICANO está lá, pro que der e vier!"
"Feliz daquele que teve um dia na vida a oportunidade de torcer nas arquibancadas do Mineirão para o Clube Atlético Mineiro.
Feliz daquele que teve um dia na vida a oportunidade de ouvir a narração de um gol do Galo na rádio Itatiaia pelo Willy Gonzer (ou até mesmo pelo Alberto Rodrigues).
Feliz daquele que desde criança sabe que após um barulho de fogos de artifício, ou de um copo se quebrando ao chão, sempre se ouvirá algum apaixonado a gritar "GALOOO", em qualquer lugar do mundo!
Feliz daquele que sabe que um dos grandes poetas e escritores do Brasil, Roberto Drumond, traduz sua paixão pelo futebol, e porque não pela vida, em sentimentos que milhões se orgulham de carregar no peito: o coração alvinegro.
Feliz daquele que sabe o que é pisar no Mineirão, cantar o hino, pular feito louco, saborear um tropeiro e beber uma cerveja semi-gelada, só para ver o Galo jogar. Isso é que é torcer para um time.
"Se houver uma camisa preta e branca pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento."
Mas o que é ser atleticano? É uma doença? Doidivana paixão? Uma religião pagã? Benção dos Céus? É a sorte grande? O primeiro e único mandamento do atleticano é ser fiel e amar o Galo sobre todas as coisas.
Daí, que a bandeira atleticana cheira a tudo neste mundo: Cheira ao suor da mulher amada; cheira a lágrimas; cheira a grito de gol; cheira a dor; cheira a festa e à alegria; cheira até mesmo a perfume francês .Só não cheira a naftalina, pois nunca conhece o fundo do baú, trêmula ao vento. A gente muda de tudo na vida: Muda de cidade; muda de roupa; muda de mulher; muda de partido político; muda de religião; muda de costumes. Até de amor a gente muda. A gente só não muda de time, quando ele é uma tatuagem com as iniciais CAM, do Clube Atlético Mineiro, gravada no coração.
Já vi atleticano rasgar a carteira de sócio do clube e jurar: "Nunca mais torço pelo Galo". Vi atleticano falar assim, mas, logo em seguida, juntar os pedaços da carteira rasgada e colar, como os amantes fazem com o retrato da amada.
Que mistério tem o Atlético que, às vezes, parece que ele é gente? Que a gente o associa às pessoas da família (pai, mãe, irmão, tio, prima)? Que mistério tem o Atlético que a gente o confunde com uma religião? Que a gente sente vontade de rezar "Ave Atlético, cheio de graça"? Que a gente o invoca como só invoca um santo de fé? Que mistério tem o Atlético que, à simples presença de sua camisa preta ebranca, um milagre se opera? Que tudo se alegra à passagem de sua bandeira? Que tudo se transfigura num mar preto e branco?
Ser atleticano é um querer bem. É uma ideologia. Não perguntem se sou de esquerda ou de direita. Acima de tudo, sou atleticano, e nesse amor, pertenço ao maior clã do planeta: o Clube Atlético Mineiro, uma instituição onde cabem homens, mulheres, jovens, crianças. Diante do Atlético todos são iguais.
Obrigado, Senhor, por ter me dado a sorte de nascer atleticano. E, em verdade, vos digo: com efeito, o Palestra pode conquistar todos oscampeonatos brasileiros que disputar, agregar todas as taças continentais possíveis, e erguer até mundial interclubes. Assim, os celestes serão de fato muito grandes. Porém há apenas um desafio que o Palestra jamais conseguirá conquistar: ser maior que o Atlético. Passem séculos, conquistas, história e toda a rivalidade de torcidas. Haja o que houver. Jamais, o Palestra será maior que o Glorioso Clube Atlético Mineiro. Jamais.
O choro de hoje será a nossa glória de amanhã, o nosso dia há de chegar.
Amor da nossa terra, paixão da nossa gente.
Filosofia máxima de um povo.
Galo: sempre, muito, antes e acima de tudo."
Feliz daquele que teve um dia na vida a oportunidade de ouvir a narração de um gol do Galo na rádio Itatiaia pelo Willy Gonzer (ou até mesmo pelo Alberto Rodrigues).
Feliz daquele que desde criança sabe que após um barulho de fogos de artifício, ou de um copo se quebrando ao chão, sempre se ouvirá algum apaixonado a gritar "GALOOO", em qualquer lugar do mundo!
Feliz daquele que sabe que um dos grandes poetas e escritores do Brasil, Roberto Drumond, traduz sua paixão pelo futebol, e porque não pela vida, em sentimentos que milhões se orgulham de carregar no peito: o coração alvinegro.
Feliz daquele que sabe o que é pisar no Mineirão, cantar o hino, pular feito louco, saborear um tropeiro e beber uma cerveja semi-gelada, só para ver o Galo jogar. Isso é que é torcer para um time.
"Se houver uma camisa preta e branca pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento."
Mas o que é ser atleticano? É uma doença? Doidivana paixão? Uma religião pagã? Benção dos Céus? É a sorte grande? O primeiro e único mandamento do atleticano é ser fiel e amar o Galo sobre todas as coisas.
Daí, que a bandeira atleticana cheira a tudo neste mundo: Cheira ao suor da mulher amada; cheira a lágrimas; cheira a grito de gol; cheira a dor; cheira a festa e à alegria; cheira até mesmo a perfume francês .Só não cheira a naftalina, pois nunca conhece o fundo do baú, trêmula ao vento. A gente muda de tudo na vida: Muda de cidade; muda de roupa; muda de mulher; muda de partido político; muda de religião; muda de costumes. Até de amor a gente muda. A gente só não muda de time, quando ele é uma tatuagem com as iniciais CAM, do Clube Atlético Mineiro, gravada no coração.
Já vi atleticano rasgar a carteira de sócio do clube e jurar: "Nunca mais torço pelo Galo". Vi atleticano falar assim, mas, logo em seguida, juntar os pedaços da carteira rasgada e colar, como os amantes fazem com o retrato da amada.
Que mistério tem o Atlético que, às vezes, parece que ele é gente? Que a gente o associa às pessoas da família (pai, mãe, irmão, tio, prima)? Que mistério tem o Atlético que a gente o confunde com uma religião? Que a gente sente vontade de rezar "Ave Atlético, cheio de graça"? Que a gente o invoca como só invoca um santo de fé? Que mistério tem o Atlético que, à simples presença de sua camisa preta ebranca, um milagre se opera? Que tudo se alegra à passagem de sua bandeira? Que tudo se transfigura num mar preto e branco?
Ser atleticano é um querer bem. É uma ideologia. Não perguntem se sou de esquerda ou de direita. Acima de tudo, sou atleticano, e nesse amor, pertenço ao maior clã do planeta: o Clube Atlético Mineiro, uma instituição onde cabem homens, mulheres, jovens, crianças. Diante do Atlético todos são iguais.
Obrigado, Senhor, por ter me dado a sorte de nascer atleticano. E, em verdade, vos digo: com efeito, o Palestra pode conquistar todos oscampeonatos brasileiros que disputar, agregar todas as taças continentais possíveis, e erguer até mundial interclubes. Assim, os celestes serão de fato muito grandes. Porém há apenas um desafio que o Palestra jamais conseguirá conquistar: ser maior que o Atlético. Passem séculos, conquistas, história e toda a rivalidade de torcidas. Haja o que houver. Jamais, o Palestra será maior que o Glorioso Clube Atlético Mineiro. Jamais.
O choro de hoje será a nossa glória de amanhã, o nosso dia há de chegar.
Amor da nossa terra, paixão da nossa gente.
Filosofia máxima de um povo.
Galo: sempre, muito, antes e acima de tudo."
"Só agora a ficha caiu. Parece um daqueles fatos tão marcantes na vida de uma pessoa que a gente demora um pouco pra absorver. É... nunca vi meu time ganhar um grande título, mas, ainda assim, consigo descobrir sentimentos através desse amor.
VIVEM dizendo por aí que o que vale na vida é viver os sentimentos intensamente. Se é isso que vale mesmo, eu vivi. Coisa que só torcedor de verdade sabe como é. Eu tava lá. E estava com meus amigos. Todos aqueles que a gente dificilmente reúne na correria da vida. Coisa que só o meu time consegue fazer.VIVI o segundo dia mais marcante nos quase 100 anos daquela camisa. Vivi o prazer de ver 14 meninos (sim, os reservas também) jogarem por amor à camisa. Terem orgulho profundo, dedicação, amor e raça. Essa última, palavra que poucos sabem o significado. Quem viveu isso pela última vez?
EU VIVI 40 mil apaixonados cantarem o impossível durante 90 minutos. Quem viveu isso pela última vez? Eu vivi meninos de 18 anos caírem de joelhos ao fim do jogo, assumindo, como homens, uma derrota que definitivamente não era deles.
EU VIVI, ao fim do jogo, 40 mil cantando o hino mais sincero que já ouvi. Um hino meio engasgado, misturado com mais que emoção. Uma emoção que se definia como ‘era isso que eu queria ver’. Eu vivi, ao fim do jogo, a polícia proteger o ônibus com os atletas, dos torcedores. E vi esses torcedores arremessarem o hino e palmas de agradecimento. E vi aqueles meninos, lá de dentro, chorarem ainda mais, meio sem saber direito como reagir àquela cena inesperada.
VI, por fim, um filho abraçar o pai ao final do jogo e, em prantos, dizer: ’Pai, obrigado por eu ser atleticano’. Se o que importa na vida é viver os sentimentos intensamente, eu vivi”
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